domingo, 12 de julho de 2009

"cá estou mais um dia, sob olhar sanguinário do vigia"

Dói, e faz viver.

Ao menos o domingo já está acabando.

Um grito de suplício, uma almofada, um cigarro, um livro, a solidão e um coração.

O gosto do velho Whisky que ainda corre na garganta, agora entendo, porque o álcool traz à vida o que o cigarro complementa.

Frases aleatórias, do rascunho do meu viver,

Uma explosão de não sei o quê, nem quero aprender.

Não controlo meus pensamentos.

Vírgula, ponto, acento, este não sou eu quem me conheço.

Este não sou eu.

Este sou, o que passo.

O momento, que faço.

Vontate de escrever, pra passar o tempo e liberar a conciência, sabendo que você, é você mesmo que está lendo, uma das, se não a única que lê, sem saber, de nada, apenas lê.

Mensagem infundada de outrora que esteve ao meu lado, e agora faz ir embora.

Não sei o que estou escrevendo, ou pensando, apenas escrevo.

Vontade de parar eu tenho, mas estou viciado, não quero pensar, nem fazer nada além.

Minha única droga é a liberdade

Ponto!

"Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração"

Isso é uma loucura, conviver assim, aonde respeito não se faz presente. Onde pessoas repremidas viram monstros totalitários da ditadura mais mais repreensiva, pesada e densa que se tem escutado na história de qualquer país, mundo, universo ou dimensão.
É a ditadura psicológica, aonde seres vivos racionais, mas nem tanto, são forçados a pensar e levados pelo consumismo de uma grande massa controladora.

Ato livre, de conciênia, um viva à liberdade, ao poder de fazer de si qualquer ser que tenha sido o que pensa ser, mas a libertinagem anda junto e a espreita da traquinagem.

Tanta coisa acontecendo e eu aqui sem uma caneta.





Por favor, não julguem erros ou ideologías, ou até a gramática.
Apenas sejam!

terça-feira, 7 de julho de 2009

É quebrar a cara para aprender, a vida como ela é!

ps: Eu não sou melhor do que ninguém, ao lembrar que todos somos iguais, me incluir nessa também...